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UMA MARIONETE 

UMA MARIONETE

Transita entre o caos e o extraordinário
Com liames a prender-te as mãos e os pés.
De qualquer modo, mal sabes quem és:
Apressa o passo em frente — e sim — no horário!

Não te alegra o espetáculo, ao contrário,
Mal suportas a vida e seu revés…
Só te resta encarar, mesmo de viés,
Outra revolução do proletário.

Busca certezas mais tranquilizantes
Às dúvidas sempre inquietadoras,
Visíveis em muitíssimos semblantes.

Mas finge quando vês reveladoras
Mudanças que mantém tudo como antes
Mostrarem-se, afinal, conservadoras…

Betim – 11 07 2017

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